Segunda fase do projeto de restauração do Alto do São Bento terá início logo após revitalização de obras do jardim
A Secretaria Municipal da Cultura tem desenvolvido diversas ações que estão resultando na revitalização do Alto do São Bento, um dos cartões postais da cidade.
O trabalho, que busca a valorização da cultura e da memória, que começou pelas obras de artes ao redor do órgão, passa agora pela fase do paisagismo, implantação de sistema de irrigação e iluminação.
Na primeira fase, ainda em execução, as obras dos artistas plásticos Bassano Vaccarini e Thirso Cruz tiveram prioridades. Elas passaram por processo de restauração. A conclusão desta etapa ocorre em fevereiro, sendo seguida pela fase que consiste na instalação de uma obra da artista plástica Odila Mestriner no painel do prédio da Secretaria da Cultura. O investimento nessa fase é de R$ 300 mil.
De acordo com Adriana Silva, secretária da Cultura de Ribeirão Preto, essa iniciativa é, na verdade, uma homenagem que o governo municipal deseja fazer a Mestriner, que tanto significou e representou para o mundo das artes.
Para a secretária da Cultura, Adriana Silva, todo esse projeto é importante no sentido de permitir que o ribeirão-pretano mantenha relações afetivas com a cidade, além da preservação da história.
Este projeto foi estudado a longo prazo e tem como objetivo a preservação de um importante espaço. A iniciativa é permitir que o poder público cumpra sua função de tomar conta de todas as áreas públicas e, em especial, aquelas consideradas de interesse da população, destaca Adriana.
A segunda fase do projeto consiste na revitalização do prédio da Casa da Cultura, levando em conta à acessibilidade. A fase seguinte será dedicada à captação de recursos para o Teatro de Arena e, como última fase, está prevista a revitalização de toda a área ao redor dos equipamentos. O investimento total da obra deverá chegar a cerca de R$ 3 milhões.
As obras contam com a parceria das empresas Chemim Incorporadora, responsável pelo novo calçamento do quadrilátero da Casa da Cultura, CPFL, Copersucar e Rodonaves, que investem por meio da lei de incentivo do estado, além da participação das secretarias da Cultura, Meio Ambiente, Infraestrutura e Obras. As empresas apoiadoras do projeto receberam o título de Empresa Amiga da Cultura, concedido pela Prefeitura de Ribeirão Preto.